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	<title>megaTTS &#187; programação</title>
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		<title>Construindo Tecnologias Acistivas para o Windows 8</title>
		<link>http://www.megatts.com/2011/09/22/construindo-tecnologias-acistivas-para-o-windows-8/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 12:31:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Microsoft, ao que parece, começou a levar a acessibilidade mais assério. O Buzz à volta do Windows 8 tem sido constante nos últimos dias, e a acessibilidade não foi esquecida. Para os interessados em como funciona um leitor de ecrã, e o papel que o sistema operativo pode ter no sucesso ou não do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft, ao que parece, começou a levar a acessibilidade mais assério. O Buzz à volta do Windows 8 tem sido constante nos últimos dias, e a acessibilidade não foi esquecida. Para os interessados em como funciona um leitor de ecrã, e o papel que o sistema operativo pode ter no sucesso ou não do mesmo, recomendo <a href="http://t.co/5El9lrEd ">Este video do channel 9</a>..<br />
De destacar a priocupação na acessibilidade para touchscreens e melhorias no <a href="http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms747327.aspx">UI Authomation</a>.</p>
<p>O <a href="http://ww.nvda-project.org">NVDA</a> já dá suporte básico ao Windows 8 e trabalho para melhorias neste âmbito está, desde logo, a ser desenvolvido.</p>
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		<title>Em Busca dum Smart Phone Acessível</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 22:25:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais os <em>Smart Phones</em> são importantes. Para os cegos, para além do computador, podem ser um veículo muito eficaz na inclusão, por exemplo recorrendo a aplicações de orientação GPS ou OCR, mas também a aplicações de uso comum como browsers, redes sociais, jogos&#8230; tudo em qualquer lugar. </p>
<p>Existem algumas plataformas móveis (dispositivos / sistemas operativos) que podem ser tornados mais ou menos acessíveis aos cegos. Seguem-se as minhas opiniões sobre algumas &#8211; Symbian, Windows Mobile, BlackBerry, Android e IOS &#8211; e as razões pelas quais optei pela escolha do Smart Phone que adquiri a pouco temppo.<br />
<span id="more-1043"></span></p>
<h4>Symbian s60</h4>
<p>A plataforma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Symbian">Symbian</a> é provavelmente a plataforma móvel que teve acessibilidade real em primeiro lugar. A maioria dos telefones Nokia (e alguns de outros fabricantes) a correr Symbian s60 permitiam a instalação de leitores de ecrã como o <a href="http://www.nuance.com/for-individuals/by-solution/talks-zooms/index.htm">Talks&#038;Zooms</a> e o <a href="http://www.codefactory.es/en/products.asp?id=316">Mobile Speak</a>. Em particular o Talks&#038;Zooms, ou talks, foi adoptado por muitas pessoas, por esse mundo fora. Não seria nenhum exagero afirmar que é o leitor de ecrã mais utilizado em telemóveis. Porém, tanto o Talks como o Mobile Speak são pagos, e bem pagos. Sendo eu um utilizador de leitores de ecrã livres como o <a href="http://live.gnome.org/Orca">Orca</a> ou o <a href="http://www.nvda-project.org">NVDA</a>, esta situação não me agrada nada. E não tem mesmo que agradar porque, felizmente, cada vez mais produtos já trazem algum tipo de leitor de ecrã embutido, e é o que tem de ser. Por exemplo várias distribuições Linux e o Mac OSX. E mais, que veremos adiante.</p>
<p>Por outro lado a plataforma Symbian está em decadência. A Nokia anunciou a utilização de Windows Mobile 7 nos seus dispositivos e relegou o symbian para segundo plano, quem sabe se não mesmo para o plano do fundo do mar. A quantidade de aplicações e ferramentas disponíveis e menor do que para plataformas mais recentes como o IOS e o Android, e no futuro só tende a piorar. Além disto a acessibilidade a funcionalidades extra sistema original e, por vezes, duvidosa. Algumas aplicações funcionam, outras não, a navegação na Internet com o Talks não é propriamente a mais desejável, e a compatibilidade com touchscreens existe mas não me agradou lá muito. Por fim, no campo da orientação GPS,  consta que o <a href="http://mywayfinder.com/manual/access/en/main.html">WayFinder Access</a> foi descontinuado, e o <a href="http://www.ataraxia.pt/mobilegeo.php">Mobile Geo</a>&#8230; Não faço ideia se é bom ou mau, mas é caro!</p>
<p>Ainda assim a plataforma Symbian ainda é um dos competidores no que respeita à acessibilidade e, se o seu objectivo é fazer chamadas e enviar mensagens, e tem algum leitor de ecrã para esta plataforma, é sem dúvida uma solução a considerar. O meu Nokia 6630 continua vivo e de boa saúde, ou pelo menos sem muitas maleitas.</p>
<h4>Windows Mobile</h4>
<p>Desde já digo que não me agrada nada por ser Windows, já basta quando não há outra solução. Ainda assim vejamos. A Code Factory tem versão do Mobile Speak para esta plataforma (não sei se para o Windows Mobile 7). Porém, opiniões de utilizadores nos quais tenho bastante consideração e respeito são muito desagradáveis. Tem bugs, os dispositivos ficam lentos, quase impossíveis de utilizar. Além disso é pago. Bem pago, para não variar.</p>
<p>A dolphin tinha o Pocket Hal. Não encontro nenhum link, terá sido descontinuado? </p>
<p>Seja como for, <a href="http://www.microsoft.com/portugal/windowsmobile/">Windows Mobile</a>&#8230; não! E desculpem pela intransigência.</p>
<h4>BlackBerry</h4>
<p>Consta que existe o leitor de ecrã <a href="http://www.humanware.com/en-usa/products/blindness/oratio_for_blackberry_smartphones/_details/id_131/oratio_for_blackberry_smartphones.html">Oratio</a>. Nunca testei. Os dispositivos <a href="http://us.blackberry.com/">BlackBerry</a> têm um aspecto engraçado, teclado qwerty, mas pagar $449 por um leitor de ecrã que só Deus sabe se e como funciona, mais o telefonezinho que também não é baratinho&#8230; Not for me. Se, por mero acaso, alguém souber de pormenores sobre este leitor de ecrã, sinta-se à vontade de partilhar. Quem sabe&#8230; Mas à data da escrita não encontro nada sobre tradução para português.</p>
<h4>Android</h4>
<p>O <a href="http://www.android.com/">Android</a> poderia ser a solução para todos os males mas infelizmente&#8230; não é. Existe sim alguma acessibilidade aos dispositivos a correr android, dependendo, da versão do sistema e das características do próprio dispositivo. O projecto <a href="http://code.google.com/p/eyes-free/">Eyes-Free</a> desenvolveu várias aplicações de acessibilidade como o leitor de ecrã TalkBack, a shell eyes-free-shell, o SoundBack, entre outras, todas livres e incluídas na maioria dos dispositivos. Existe também o leitor de ecrã <a href="http://spielproject.info/">Spiel</a>, também livre e desenvolvido por um programador independente, que segundo algumas opiniões, é melhor que o do Google. Mas a acessibilidade a ecrãs táteis, apesar de ter sofrido pequenas evoluções, é pouco eficaz, para não dizer uma brincadeira. Apenas com aplicações específicas para cegos como o próprio Eyes-Free-Shell ou <a href="http://www.codefactory.es/en/products.asp?id=415">as aplicações Acessíveis da Code Factory</a> as coisas podem melhorar um pouco, a troco de alguns euros. E há quem use Android, mas não terá acessibilidade em tantas aplicações como desejaria. E há muitas! A plataforma é muito aberta, fácil de desenvolver e as políticas são muito menos restritivas do que as da concorrência.</p>
<p>O problema é que em termos de acessibilidade o sistema operativo tem problemas. Os leitores de ecrã existentes fazem o possível mas o próprio sistema não deixa mais. As <a href="http://developer.android.com/guide/practices/design/accessibility.html">Apis de acessibilidade do Android</a> não suportam navegação por objectos no ecrã, apenas reparam em objectos aos quais existe ou existiu algum tipo de interacção, por exemplo terem o foco. Até o MSAA, nos anos 90, suportava tal coisa como navegação pela hierarquia de objectos! Mais, não existe a possibilidade de interceptar input globalmente, o que torna a interface dum leitor de ecrã difícil de desenhar. Para complicar, as interfaces que alguns fabricantes colocam &#8220;por cima&#8221; do Android não têm, na maioria das vezes, nenhum cuidado com a acessibilidade. Assim é complicado fazer-se um leitor de ecrã, para não dizer impossível.</p>
<p>O Android seria a minha plataforma de eleição, se não fosse a acessibilidade. Tem tudo o que eu peço e ainda mais. Além disso conheço minimamente as tecnologias onde a plataforma é baseada o que me permitiria desenvolver aplicações para estes dispositivos, com menos esforço do que para outras plataformas. Para terminar existem vários fabricantes de dispositivos com Android, a escolha poderia igualmente passar pelo hardware, se o mundo fosse perfeito. Mas não é.</p>
<p>Esperemos que num próximo artigo como este as coisas sejam diferentes.</p>
<h4>IOS</h4>
<p>Talvez <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IOS_(Apple)">IOS</a> não faça luz na mente de todos, mas se disser que é o sistema operativo utilizado nos produtos da Apple como o Ipod, Ipad e, a razão principal, do <a href="http://www.apple.com/br/iphone/">IPhone</a>. E é do IPhone que falaremos.</p>
<p>O IPhone é caro, nem todas as carteiras lá chegam. A noção de interoperabilidade da Apple é no mínimo dúbia: a obrigatoriedade de se usar o ITunes, mesmo para transferir apenas músicas, é enervante. A crónica necessidade que eles têm de nos tentar vender tudo, mesmo que seja para podermos programar para a plataforma. E se queremos ganhar algo com programas para o IPhone só passando pela Apple, e eles também ganham só por lá passar. O lado positivo é que com o vasto público alvo também pode ser uma boa oportunidade.</p>
<p>Com tudo, nem tudo é mau. Aliás, até é bom, realmente bom. O Iphone, a partir do 3GS, inclui o leitor de ecrã <a href="http://www.apple.com/accessibility/voiceover/">VoiceOver</a>. Mesmo sendo um telefone com apenas um ecrã tátil, a interacção e a mais acessível que encontrei numa plataforma móvel. É o tipo de coisa que só experimentando. Os comandos do leitor de ecrã e de interacção com as aplicações fazem-se todos pelo toque e com feedback sonoro e de voz. E simplesmente funciona. A grande maioria das aplicações ssão acessíveis, tanto as do sistema como as que se podem descarregar ou adquirir na appstore. além disso os preços das aplicações são justos. Não é perfeito claro, tem as suas falhas, algumas aplicações poderiam ser mais acessíveis (muitas vezes por culpa dos próprios desenvolvedores), e o leitor de ecrã consome alguma bateria extra. Escrever no ecrã tátil também não é lá daquelas coisas que me agrade particularmente mas com o hábito parece-me funcionar.</p>
<p>Em conclusão, tirando a parte do preço e do &#8220;do it the apple way or don&#8217;t do it&#8221;, o IPhone é um óptimo produto na perspectiva da inclusão. Mais nenhuma fortuna por um leitor de ecrã para o telefone que, de outra forma, não se poderia utilizar. Mesmo aplicações externas de acessibilidade (detectores de cores, OCR, GPS adaptado) têm preços justos, em minha opinião.</p>
<p>Foi o telefone que adquiri, um IPhone 4. E estou bastante contente com ele. para mim, pareceu-me a melhor solução. E felizmente tive possibilidade de o adquirir. Mais artigos sobre o IPhone nos próximos tempos então.</p>
<h4>Notas Finais</h4>
<p>Por ter sido esta a solução que mais me satisfez não significa que o IPhone seja solução para todos os problemas. O facto é que, pelo menos em acessibilidade, e um óptimo produto. Experimente, julgue, pergunte. O tempo encarregar-se-á de trazer mais produtos com acessibilidade, e de mudar tudo o que para hoje é certo.</p>
<p>O <a href="http://jantrid.net">Blog do James Teh</a>, programador do leitor de ecrã NVDA, tem alguns artigos que pesaram na minha escolha. Recomendo a leitura.</p>
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		<item>
		<title>Como instalar AT-SPI2 e QT-AT-SPI em Ubuntu 11.04 (acessibilidade em aplicações qt)</title>
		<link>http://www.megatts.com/2011/06/22/instalar-at-spi-2-qt-at-spi/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 17:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por mera coriosidade testei as versões de desenvolvimento das tecnologias de suporte a acessibilidade no desktop GNOME (Linux). A novidade mais interessante nestes testes foi a possibilidade de aceder, mesmo que para já de forma incompleta e muito instável, a aplicações com interfaces gráficas escritas com a biblioteca QT. A pedido de várias famílias ficam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por mera coriosidade testei as versões de desenvolvimento das tecnologias de suporte a acessibilidade no desktop GNOME (Linux). A novidade mais interessante nestes testes foi a possibilidade de aceder, mesmo que para já de forma incompleta e muito instável, a aplicações com interfaces gráficas escritas com a biblioteca <a hef="http://qt.nokia.com/products/">QT</a>.</p>
<p>A pedido de várias famílias ficam aqui as instruções de como instalar as feramentas necessárias no <a href="http://www.ubuntu.com">Ubuntu</a> 11.04. É provavel que tais instruções não funcionem em versões anteriores do Ubuntu. Mais, estes procedimentos tornarão o seu sistema instável, se não mesmo inutilizável. Não são recomendadas para máquinas usadas em produção. Fica aqui o avizo: não faça nada disto se não souber mesmo o que está a fazer. Deverá saber como reinstalar o sistema ou alguns dos seus componentes para reverter para versões mais estáveis dos pacotes aqui referidos.</p>
<p><span id="more-994"></span></p>
<h4>Dependências e Ferramentas Necessárias</h4>
<p>Antes de mais é necessária a instalação do sistema de controlo de versões Git. No terminal:</p>
<p>$ sudo apt-get install git-core</p>
<p>Seguidamente as dependências necessárias à compilação do AT-SPI2 e ATK. terminal:</p>
<p>$ sudo apt-get build-dep at-spi2-core libatk-adaptor</p>
<p>Bem como as do QT e da ponte entre QT e AT-SPI</p>
<p>$ sudo apt-get install libqt4-qmake libqt4-dev</p>
<h4>Descarregar, compilar e INstalar o código dos repositórios Git</h4>
<p>Existem 4 diferentes pacotes a instalar: at-spi2-core, at-spi2-atk, pyatspi2 e qt-at-spi. Numa directoria indicada para este propósito (onde costuma ter o seu código fonte), faça o seguinte:</p>
<p>1. Obter os pacotes dos repositórios Git. No terminal cole o seguinte:<br />
<code>
<pre>
# at-spi2-core
git clone git://git.gnome.org/at-spi2-core

# at-spi2-atk
git clone git://git.gnome.org/at-spi2-atk

# pyatspi2
git clone git://git.gnome.org/pyatspi2

# qt-at-spi
git clone git://gitorious.org/qt-at-spi/qt-at-spi.git
</pre>
<p></code></p>
<p>2. Compilar e instalar.</p>
<p>O processo é o mesmo nos pacotes at-spi2-core at-spi2-atk e pyatspi2. No caso do at-spi2-core faça o seguinte:</p>
<pre><code>
cd at-spi2-core
./autogen.sh --prefix=/usr
make &#038;&#038; sudo make install
</pre>
<p></code></p>
<p>Tenha atensão a possíveis erros na compilação ou instalação. Estarei aqui para ajudar tanto quanto possível.</p>
<p>Faça o mesmo nas directorias at-spi2-atk e pyatspi2. A ordem deverá ser at-spi2-core, at-spi2-atk e pyatspi2, reafirmo.</p>
<p>3. o qt-at-spi tem um procedimento um pouco diferente mas igualmente simples, no terminal:</p>
<p><code>
<pre>
cd qt-at-spi
qmake
make
sudo make install
</pre>
<p></code></p>
<h4>Preparação do desktop GNOME</h4>
<p>Deverá defenir as preferências de acessibilidade no gconf para usar o at-spi2 via d-bus, em vez da versão CORBA. Para isso execute:</p>
<p><code>
<pre>
gconftool-2 --set /desktop/gnome/interface/at-spi-dbus --type bool true
gconftool-2 --set /desktop/gnome/interface/at-spi-corba --type bool false
</pre>
<p></code></p>
<p>Se desejar reverter a situação deverá definir as preferências de forma inversa, com:</p>
<p><code>
<pre>
gconftool-2 --set /desktop/gnome/interface/at-spi-dbus --type bool false
gconftool-2 --set /desktop/gnome/interface/at-spi-corba --type bool true
</pre>
<p></code></p>
<p>Reinicie a sessão do GNOME e tente executar o Orca. Se tudo estiver bem ele deverá falar como dantes.</p>
<h4>Executar aplicações QT</h4>
<p>Para que os plugins de acessibilidade do qt sejam carregados é necessário que a variável QT_ACCESSIBILITY tenha o valor '1':</p>
<p>$ export QT_ACCESSIBILITY=1</p>
<p>Depois,  com a variável definida executar uma aplicação QT. Um bom teste é a calculadora de exemplo presente na distribuição do qt-at-spi. Para isso:</p>
<p><code>
<pre>
cd qt-at-spi
./examples/calculator/calculator
</pre>
<p></code></p>
<p>Ou mesmo o skype, se o tiver instalado e quizer testar, como me parece que seja provável. A lista de contactos não é acessível mas alguns controlos, principalmente butões, são correctamente indicados.</p>
<h4>Referências</h4>
<ul>
<li><a href="http://gitorious.org/qt-at-spi">qt-at-spi:</a></li>
<li><a href="http://www.linuxfoundation.org/collaborate/workgroups/accessibility/atk/at-spi/at-spi_on_d-bus">ATK, AT-SPI and AT-SPI
<ol>
on D-Bus</a></li>
</ul>
<ol>
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		</item>
		<item>
		<title>Acessibilidade em HTML 5</title>
		<link>http://www.megatts.com/2011/06/19/acessibilidade-em-html-5/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Jun 2011 23:46:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[html5]]></category>

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		<description><![CDATA[Para os designers, programadores e webmasters de serviço, e afoitos a tecnologias mais recentes, este é um site a registar: http://html5accessibility.com/ Recomendo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os designers, programadores e webmasters de serviço,  e afoitos a tecnologias mais recentes, este é um site a registar:</p>
<p><a href="http://html5accessibility.com/">http://html5accessibility.com/</a></p>
<p>Recomendo.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Google I/O 2011: Aproveitando as APIs de acessibilidade do Android para Criar uma Experiência Acessível</title>
		<link>http://www.megatts.com/2011/06/07/google-io-2011-aproveitando-as-apis-de-acessibilidade-do-android-para-criar-uma-experiencia-acessivel/</link>
		<comments>http://www.megatts.com/2011/06/07/google-io-2011-aproveitando-as-apis-de-acessibilidade-do-android-para-criar-uma-experiencia-acessivel/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 21:47:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[leitores de ecrã]]></category>
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		<category><![CDATA[Telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
		<category><![CDATA[talkback]]></category>

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		<description><![CDATA[Conferência Google I/O 2011, os programadores T.V. Raman, e Charles Chen do google apresentaram uma Keynote bastante interessante sobre as ferramentas de acessibilidade do Android, em particular do leitor de Ecrã talkback. Abaixo o vídeo (em inglês) da apresentação bem como a tradução do seu resumo. Watch this video on YouTube. Charles Chen, T.V. Raman, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conferência Google I/O 2011, os programadores T.V. Raman, e Charles Chen do google apresentaram uma Keynote bastante interessante sobre as ferramentas de acessibilidade do Android, em particular do leitor de Ecrã talkback. Abaixo o vídeo (em inglês) da apresentação bem como a tradução  do seu resumo.</p>
<div class="lyte" id="WYL_BPXqsPeCneA" style="width:480px;height:360px;"><noscript><a href="http://youtu.be/BPXqsPeCneA"><img src="http//img.youtube.com/vi/BPXqsPeCneA/0.jpg" alt="" width="480" height="360" /></a></noscript><script type="text/javascript"><!-- 
 (function(){var d=document;var w=window;if(w.addEventListener){w.addEventListener('load', insert, false)}else{w.onload=insert} function insert(){if(!d.getElementById('lytescr')){lytescr=d.createElement('script');lytescr.async=true;lytescr.id='lytescr';lytescr.src='http://www.megatts.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyte/lyte-min.js?wylver=0.9.4';h=d.getElementsByTagName('script')[0];h.parentNode.insertBefore(lytescr, h)}};}()) 
 --></script></div>
<div class="lL">Watch this video <a href="http://youtu.be/BPXqsPeCneA">on YouTube</a>.</div>
<p>Charles Chen, T.V. Raman, Tim Credo</p>
<blockquote><p>
A plataforma Android inclui um coonjunto de APIs [1] fáceis de utilizar que possibilita a criação de serviços de acessibilidade por terceiros, como leitores de ecrã. Nesta apresentação, nós faremos uma introdução a API de acessibilidade do Android, aos serviços mais usados, e explicar como aproveitar todo o potencial de acessibilidade da plataforma Android.
</p></blockquote>
<p>[1] API &#8211; Application programming Interface (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/API">Wikipedia</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Acessibilidade nos Vários Players do Youtube</title>
		<link>http://www.megatts.com/2011/06/07/acessibilidade-nos-varios-players-do-youtube/</link>
		<comments>http://www.megatts.com/2011/06/07/acessibilidade-nos-varios-players-do-youtube/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 14:03:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fica aqui a referência para um artigo de interesse para programadores Web e interessados em acessibilidade web, no que respeita à interacção com as páginas do youtube, bem como à inclusão de vídeos desta plataforma em websites externos. Accessibility and the YouTube Players &#8211; Terrill Thompson]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fica aqui a referência para um artigo de interesse para programadores Web e interessados em acessibilidade web, no que respeita à interacção com as páginas do youtube, bem como à inclusão de vídeos desta plataforma em websites externos.</p>
<p><a href="http://terrillthompson.blogspot.com/2011/06/accessibility-and-youtube-players.html">Accessibility and the YouTube Players &#8211; Terrill Thompson</a</p>
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		<title>Java Access Bridge 2.0.2 com suporte a Windows 7 e 64bit</title>
		<link>http://www.megatts.com/2011/05/04/java-acess-bridge-2-0-2-com-suporte-a-windows-7-e-64bit/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 19:13:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
				<category><![CDATA[leitores de ecrã]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
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		<category><![CDATA[java access bridge]]></category>

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		<description><![CDATA[O tão necessário suporte do Java Access Bridge a Windows 7 e sistemas 64 bits, apareceu sorrateiramente na página da Oracle. Trata-se da versão 2.0.2 qda conhecida ferramenta que possibilita que aplicações que implementem as APIs de acessibilidade do java sejam acessíveis com leitores de ecrã. Links úteis (em inglês): Download do Java Access Bridge [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tão necessário suporte do <a href="http://www.oracle.com/technetwork/java/javase/tech/index-jsp-136191.html">Java Access Bridge</a> a Windows 7 e sistemas 64 bits, apareceu sorrateiramente na página da Oracle. Trata-se da versão 2.0.2 qda conhecida ferramenta que possibilita que aplicações que implementem as <em>APIs</em> de acessibilidade do java sejam acessíveis com leitores de ecrã. Links úteis (em inglês):</p>
<ul>
<li><a href="http://www.oracle.com/technetwork/java/javase/downloads/jab-2-0-2-download-354311.html">Download do Java Access Bridge 2.0.2</a></li>
<li><a href="http://download.oracle.com/javase/accessbridge/2.0.2/setup.htm">Instruções de Instalação</a></li>
<li><a href="http://www.oracle.com/technetwork/middleware/jab-202certmatrix-365544.xls">Configurações de sistema suportadas</a></li>
</ul>
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		<title>Grupo sobre programação para Cegos em Português.</title>
		<link>http://www.megatts.com/2010/08/16/grupo-sobre-programacao-para-cegos-em-portugues/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 01:13:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo de discução cegos-programadores destina-se a que utilizadores cegos interessados em programação troquem experiências. O grupo conta com a presença de utilizadores iniciantes na programação como também gente com experiência na área. Entre outros assuntos têm sido abordadas várias linguagens de programação, exercícios para iniciantes e acessibilidade de editores e IDEs. Para se inscrever [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo de discução <a href="http://groups.google.com/group/cegos_programadores">cegos-programadores</a> destina-se a que utilizadores cegos interessados em programação troquem experiências. O grupo conta com a presença de utilizadores iniciantes na programação como também gente com experiência na área. Entre outros assuntos têm sido abordadas várias linguagens de programação, exercícios para iniciantes e acessibilidade de editores e <em>IDEs</em>.</p>
<p>Para se inscrever neste grupo envie um e-mail em branco para <br/><a href="mailto:cegos_programadores+subscribe@googlegroups.com">cegos_programadores+subscribe@googlegroups.com</a><br/>ou aceda à página do grupo cegos-programadores <a href="http://groups.google.com/group/cegos_programadores"> no google groups.</A></p>
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		<item>
		<title>Firebug 1.4 trás Desenvolvimento Web Acessível</title>
		<link>http://www.megatts.com/2009/08/21/firebug-1-4-tras-desenvolvimento-web-acessivel/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 23:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A extensão Firebug para o Mozilla Firefox permite a depuração, edição e monitorização do CSS, HTML, Javascript e DOM de qualquer Web site, bem como outras ferramentas para Web Developpers. [1] Até aqui nada de muito extraordinário&#8230; Ou melhor, até ao lançamento do firebug 1.4 nada de extraordinário: a acessibilidade da extensão era quase nula, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A extensão <a href="http://getfirebug.com/">Firebug</a> para o <a href="http://www.Mozilla.com/en-US/firefox/firefox.HTML">Mozilla Firefox</a> permite a depuração, edição e monitorização do <em><span class="caps">CSS</span></em>, <em><span class="caps">HTML</span></em>, <em>Javascript</em> e <em><span class="caps">DOM</span></em> de qualquer Web site, bem como outras ferramentas para <strong>Web Developpers</strong>. [1]</p>
<p>Até aqui nada de muito extraordinário&#8230; Ou melhor, até ao <a href="http://blog.getfirebug.com/?p=295">lançamento do firebug 1.4</a> nada de extraordinário: a acessibilidade da extensão era quase nula, para efeitos de desenvolvimento sério uma total perca de tempo e um foco de frustrações nas minhas tentativas de depurar javascript. [2]</p>
<p>Mas agora tudo é diferente. O Firebug 1.4 saltou dos <em>0</em> aos <em>100</em> (vá, aos <em>90</em>) graças ao fantástico suporte de acessibilidade que a plataforma Mozilla proporciona. A utilização da maioria das funcionalidades é totalmente acessível e o trabalho continua nas que ainda não o são. As melhorias estão todas documentadas ao detalhe bem como a forma de usufruir delas, basta consultar os <a href="http://clients.paciellogroup.com/Firebug/firebug.HTML">melhoramentos de acessibilidade no Firebug 1.4</a></p>
<p>Como seria de esperar o <a href="http://www.nvda-project.org"><span class="caps">NVDA</span></a> é o leitor de ecrã que melhor acesso oferece ao Firebug, compreende-se visto que é o que melhor acesso oferece ao Mozilla Firefox. No entanto o <em><span class="caps">JAWS</span></em> e <em>Windows-Eyes</em> também não se saem mal, isto no mundo Windows. Acabei de testar com o <a href="http://live.gnome.org/Orca">Orca</a> no <a href="http://www.ubuntu.com">Ubuntu</a> e os resultados são igualmente excelentes.</p>
<p>O facto mais interessante é que nenhum dos desenvolvimentos se direccionou a qualquer leitor de ecrã ou tecnologia acistiva específica. Foi apenas necessária a introdução de <a href="http://www.w3.org/TR/wai-aria/"><span class="caps">WAI</span>-ARIA</a> de forma a que a interface forneça suporte de acessibilidade a todas as tecnologias que o suportem.</p>
<p>Convém ainda referir que para a melhor experiência possível recomenda-se a utilização do <b>Firefox 3.5</b> ou superior em conjunto com o Firebug 1.4.</p>
<p>Este é sem dúvida um grande contributo para o desenvolvimento web dos portadores de deficiência visual, as possibilidades são muitas até mesmo na construção do layout das páginas o Firebug oferece algumas ajudas acessíveis.</p>
<h4>Mais Informações</h4>
<p>Para instalar e testar o Firebug bem como testar o suporte de acessibilidade recomendo vivamente a consulta das seguintes referências, todas em inglês: [3]</p>
<ul>
<li><a href="http://getfirebug.com/">Página oficial do Firebug</a></li>
<li><a href="http://getfirebug.com/docs.HTML">Documentação do Firebug</a></li>
<li><a href="http://clients.paciellogroup.com/Firebug/firebug.HTML">Melhoramentos de acessibilidade no Firebug 1.4</a></li>
<li>Artigo de Marco Zehe da Mozilla: <a href="http://www.marcozehe.de/2009/07/16/blind-web-devs-jump-on-the-firebug-train/"><em>blind web devs jump-on the firebug train</em></a></li>
</ul>
<p class="footnote" id="fn1"><sup>1</sup> Tradução livre de parte do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Firebug_%28Firefox_extension%29">Artigo sobre o Firebug na wikipedia</a></p>
<p class="footnote" id="fn2"><sup>2</sup> Por exemplo, num projecto que fiz para a faculdade, onde se tentava simular a interface dum telemóvel em <span class="caps">HTML</span> e javascript utilizando <a href="http://jquery.com/">jQuery</a> a utilização do Firebug (1.3 na altura) era feita através dos olhos dos colegas de grupo. O resultado foi ter-se decidido reescrever a aplicação em python para s60 (a correr no meu Nokia 6630) três dias antes do prazo, um 11 na nota final e um jantar pago pelo meu estimado colega  <a href="http://sunset-stars.blogspot.com/">Nuno Farinha</a></p>
<p class="footnote" id="fn3"><sup>3</sup> Talvez um dia, caso haja interesse e me sinta à vontade o suficiente, venha a escrever um tutorial decente para o firebug acessível.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como Usar O NVDA E O Firefox Para Testar A Acessibilidade Das Suas Páginas WEB</title>
		<link>http://www.megatts.com/2009/04/26/como-usar-o-nvda-e-o-firefox-para-testar-a-acessibilidade-das-suas-paginas-web/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 14:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogo</dc:creator>
				<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[leitores de ecrã]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
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		<category><![CDATA[Firefox]]></category>
		<category><![CDATA[Internet Explorer]]></category>
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		<description><![CDATA[A tradução não está perfeita mas dá bem para se entender este excelente artigo do Marcos Zehe que colocamos em português. Este artigo tem como objectivo ser um pequeno guia para ajudá-lo a testar os seus sites ou aplicações Web pela utilização do NVDA e do Firefox, sendo estas algumas das ferramentas disponíveis para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tradução não está perfeita mas dá bem para se entender este excelente artigo do Marcos Zehe que colocamos em português.</p>
<p>Este artigo tem como objectivo ser um pequeno guia para ajudá-lo a testar os seus sites ou aplicações Web pela utilização do NVDA e do Firefox, sendo estas algumas das ferramentas disponíveis para os deficientes visuais, os mesmos que beneficiarão da acessibilidade dos seus sites. Embora existam muitos softwares que verificam se o código das suas páginas está bem escrito, é sempre útil utilizar um leitor de ecrã real para ouvir e ter uma noção como são as suas páginas Web para os visitantes cegos.<br />
O <a href="http://www.nvda-project.org/">NVDA (NonVisual Desktop Access)</a> é um leitor de ecrã livre e open-source para o sistema operativo Microsoft Windows. Ao contrário das aplicações comerciais da concorrência, que têm de ser adquiridas para serem legalmente utilizadas para poder efectuar testes aos sites o NVDA não lhe custará nada. Além disso, é leve e eficaz e pode ser instalado física e virtualmente em computadores. O seu sistema não será afectado por este leitor de ecrã, visto que não serão instalados quaisquer drivers de vídeo. Se pretender, pode colocar a versão portátil numa Unidade amovível USB e executar o NVDA a partir daí, que o mesmo continuará a não requerer qualquer tipo de instalação.<br />
<span id="more-653"></span></p>
<h3>Como Obter O NVDA</h3>
<p>O NVDA pode ser obtido a partir da <a href="http://www.nvda-project.org/">página principal do projecto</a>. Geralmente, tem duas opções:</p>
<ul>
<li>Faça o download da versão 0.6P3 que era a mais actual na altura em que escrevi este artigo. Esta é uma versão estável o que faz com que seja apropriada para a maioria das tarefas. No entanto, pode não conter as últimas actualizações.</li>
<li>Descarregue a versão snapshot mais actual que está em desenvolvimento. Esta pode ser um pouco mais instável, ou os recursos podem estar em desenvolvimento ou temporariamente indisponíveis, mas os que estão disponíveis são os mais recentes. Por exemplo, se pretender ou necessitar de testar os seus sites com o Internet Explorer 8, para além do Firefox, não é a versão actual, a 0.6p3 que o vai ajudar nessa tarefa. Contudo, esteja ciente de <a href="http://www.marcozehe.de/2009/03/31/updated-aria-spiced-form-example-to-work-in-ie-8/">algumas limitações</a> quando testar a Accessible Rich Internet Applications (WAI-ARIA) disponível nas aplicações Web com o IE. Além disso, o suporte do NVDA para as actualizações dinâmicas e para a ARIA no IE está ainda em desenvolvimento contínuo, por isso, os resultados podem não ser tão satisfatórios. </li>
</ul>
<p>Uma vez feito o download, instale-o, ou coloque a versão portátil numa unidade flash USB adequada e execute o NVDA. </p>
<h3>Executar Pela Primeira Vez</h3>
<p>Iniciar o NVDA é fácil. O instalador permite executá-lo logo após a conclusão. Ao correr o programa a partir da Unidade USB, é tão fácil executá-lo como estar no Explorador e clicar duas vezes no executável do NVDA.<br />
Na primeira parte, um Guia de Configuração Rápida irá aparecer. Encorajo-o pelo menos a percorrê-lo. Pode de seguida, optar por desactivar este diálogo e clicar em OK. Agora, o NVDA vai localizar-se na sua área de notificação e vai falar consigo através da sua placa de som.</p>
<h3>Saída de Voz Visual</h3>
<p>O NVDA fornece uma funcionalidade útil para aqueles que não podem, ou não querem habituar-se à voz predefinida que o acompanha. Este leitor de ecrã vem com um sintetizador que em vez de falar, coloca o que ele iria dizer a aparecer no ecrã através de uma pequena janela. Para efectuar esta alteração, siga os seguintes passos:</p>
<ol>
<li>Clique com o botão direito no ícone do NVDA na área de notificação.</li>
<li>Seleccione Preferências –> Sintetizador.</li>
<li>A partir da caixa de combinação, seleccione o sintetizador Display.</li>
<li>Clique em OK.</li>
<li>Se desejar guardar as alterações para torná-las permanentes, clique com o botão direito no ícone do NVDA novamente e seleccione &#8220;Guardar configuração&#8221;.</li>
</ol>
<h3>Abrir o seu primeiro site e ver com o NVDA</h3>
<p>Agora, é hora de iniciar o Firefox e abrir uma página Web para obter resultados.<br />
Quando a página carrega, o NVDA deve anunciar automaticamente o título. É altura de se familiarizar com o <a href="http://www.nvda-project.org/blog/Virtual_buffer_Library_code_started">Buffer virtual, conceito</a> comum a todos os leitores de ecrã do mercado para o Windows. Em suma, o que acontece é que o NVDA recolhe o HTML da página e converte-o num documento plano com informação do código. Os links, títulos, campos de formulário, imagens e outras informações são falados com o próprio texto da página. Isto é feito apenas quando o Firefox carrega todo o código HTML.<br />
O denominado documento virtual do NVDA, é o que lhe aparece por defeito. Pode usar as setas para navegar no documento por caracter ou linha, e com a tecla Ctrl em conjunto com as setas, também por palavra. Pode seleccionar o texto utilizando a tecla Shift com as setas e copiar o que seleccionou para a área de transferência. Se encontrar um controlo interactivo, como uma caixa de texto, caixa de combinação ou caixa de listagem, pode alternar<br />
Para o que se chama modo de foco do NVDA, no qual o modo de leitura (buffer virtual) é interrompido e o foco é definido para o controlo actual, estando o mesmo pronto para que interaja através do teclado, como se não fosse o NVDA a gerir tudo. Active o modo de foco pressionando Enter quando o cursor virtual está sobre o campo. Ao premir Escape, voltará à leitura virtual do documento. Se navegar na página com a tecla Tab, o modo de foco será automaticamente activado e desactivado.<br />
Quando navegar no documento virtual, o NVDA irá actualizar o foco real do browser para o próximo elemento focável assim que o cursor virtual chegue lá. Muitas vezes têm indicação visual do local onde está na página, para o caso de se perder.<br />
À medida que navega, o NVDA irá também anunciar as informações do código, tais como o &#8220;link&#8221;, &#8220;título de nível 1&#8243; (até à &#8220;posição de nível 6&#8243;), &#8220;botão&#8221; ou algo do género. Ele vai indicar se entra ou sai de listas e quantos itens as mesmas contêm. </p>
<h3>Teclas De Navegação Do Buffer Virtual</h3>
<p>Enquanto o buffer virtual está activo, as seguintes combinações de teclas podem ser utilizadas para a realização de acções.<br />
Nota: A tecla do NVDA normalmente é a tecla Insert do bloco numérico, mas pode ser configurada em Preferências / Teclado&#8230; Nas definições que estão no menu do NVDA. Também pode definir a tecla CapsLock como tal.</p>
<table>
<caption>Funções gerais</caption>
<tr>
<td>Tecla</td>
<td>Função</td>
</tr>
<tr>
<td>NVDA + Espaço</td>
<td>Alterna entre activar ou desactivar o buffer virtual</td>
</tr>
<tr>
<td>Control + NVDA + F</td>
<td>Localizar</td>
</tr>
<tr>
<td>NVDA + F3</td>
<td>Localizar seguinte</td>
</tr>
<tr>
<td>NVDA + F7</td>
<td>Apresenta uma lista de todos os links da página</td>
</tr>
<tr>
<td>NVDA + F5</td>
<td>Actualiza o buffer, por vezes necessário para conteúdo dinâmico</td>
</tr>
</table>
<p>O que se segue é uma lista de teclas rápidas para mover o cursor virtual. Essas teclas podem ser somente uma letra que também pode estar em conjunto com a tecla Shift para desempenhar a mesma função na direcção inversa.</p>
<table>
<caption>Teclas rápidas do buffer virtual</caption>
<tr>
<td>Tecla</td>
<td>Elemento</td>
</tr>
<tr>
<td>H</td>
<td>Título</td>
</tr>
<tr>
<td>1 -6.</td>
<td>Títulos de 1 a 6, respectivamente</td>
</tr>
<tr>
<td>L</td>
<td>Lista (ordenada, desordenada, definição)</td>
</tr>
<tr>
<td>I</td>
<td>Item de lista</td>
</tr>
<tr>
<td>T</td>
<td>Tabela</td>
</tr>
<tr>
<td>K</td>
<td>Link</td>
</tr>
<tr>
<td>U</td>
<td>Link não visitado</td>
</tr>
<tr>
<td>V</td>
<td>Link visitado</td>
</tr>
<tr>
<td>F</td>
<td>Campo de formulário</td>
</tr>
<tr>
<td>E</td>
<td>Campo de edição</td>
</tr>
<tr>
<td>B</td>
<td>Botão</td>
</tr>
<tr>
<td>X</td>
<td>Caixa de verificação</td>
</tr>
<tr>
<td>C</td>
<td>Caixa de combinação</td>
</tr>
<tr>
<td>R</td>
<td>Botão de opção</td>
</tr>
<tr>
<td>Q</td>
<td>Bloco de citação</td>
</tr>
<tr>
<td>S</td>
<td>Separador</td>
</tr>
<tr>
<td>M</td>
<td>Frame</td>
</tr>
<tr>
<td>G</td>
<td>Gráfico</td>
</tr>
</table>
<p>Portanto, se estiver a navegar por este artigo com o NVDA, pressione Ctrl + Home, seguido de t uma vez que o irá conduzir para a primeira tabela, onde estão os comandos gerais. Ao pressionar novamente t irá saltar para a segunda tabela que contém as teclas rápidas do buffer virtual. </p>
<h3>Verificar Aspectos Diferentes Da Sua Página Web</h3>
<p>OK, agora que está familiarizado com o funcionamento do NVDA, é altura de carregar o seu Web site e dar-lhe uma espreitadela. Aspectos que o NVDA pode ajudá-lo a verificar rapidamente:<br />
Os seus títulos têm uma estrutura lógica? Ou colocou tudo na mesma posição de nível apesar de algo poder ser um subtítulo?<br />
Pretende que os campos de formulário, tais como áreas de edição e botões tenham etiquetas? Por outras palavras, o NVDA anuncia qualquer coisa como o &#8220;Nome do utilizador: edição&#8221; automaticamente, ou não e anuncia apenas &#8220;edição&#8221;? Neste último caso, as etiquetas não estão correctamente associadas ao campo com o rótulo. Este é um erro no seu código que é facilmente corrigido.<br />
As imagens importantes têm um texto alternativo coerente? Todas as imagens que estão como links e as que explicitam alguma coisa importante devem ter texto alternativo. Caso contrário, os leitores de ecrã não podem reconhecer o que está na imagem. Eles vão tentar descobrir parte através do atributo src como o nome da imagem, mas isto é bastante precário, ou até mesmo inútil.<br />
O conteúdo tal como links de navegação está agrupado dentro de uma lista de algum tipo? Ao colocá-los numa lista, ajuda a adicionar informação estruturada nas suas páginas.<br />
Se utilizar a <a href="http://www.w3.org/TR/wai-aria/">WAI-ARIA</a>, está a usar regras para marcadores de navegação de pesquisa, principal, rodapé etc. Isto irá ajudar na identificação de partes específicas do seu site e desta forma, facilitará a navegação / compreensão do layout do mesmo.<br />
Se utiliza também a WAI-ARIA, os seus campos de formulário estão a informar que são de preenchimento obrigatório com o atributo <a href="http://www.marcozehe.de/2008/02/29/easy-aria-tip-1-using-aria-required/">aria-required</a>? Os leitores de ecrã como o NVDA podem usar isto para fornecerem uma indicação clara de que este formulário é de preenchimento obrigatório.<br />
É óbvio que há mais coisas para ver do que o que foi referido acima mas estes são os pontos onde o NVDA poderá ajudá-lo a avaliar rapidamente se o seu código está bem escrito. </p>
<h3>Técnicas Avançadas</h3>
<p>O NVDA tem um mecanismo denominado Objecto de Navegação. Este modo é uma forma de se andar pela hierarquia definida pelo Firefox e também por outras aplicações acessíveis. Existe um objecto acessível predefinido que representa geralmente a janela principal ou frame, bem como os seus descendentes (filhos em inglês), descendentes dos descendentes (netos em inglês) e descendentes dos descendentes dos descendentes (bisnetos em inglês), etc. Estes são todos os objectos da UI e da página Web que estão carregados. Ferramentas tais como o Microsoft Accessibility Explorer ou o IBM AccProbe permitem que os visualize, mas se actualmente não tem consigo estes programas, ou se pretende ouvir a sua árvore em vez de a ver, o NVDA fornece-lhe os meios para fazer isto.<br />
Este leitor de ecrã também dá-lhe por defeito algumas informações, tais como se o elemento está a ser correctamente apresentado (visível), não disponível (esmaecido) ou outras informações semelhantes. A seguir encontram-se alguns comandos básicos para iniciar:</p>
<table>
<caption>Comandos Básicos Dos Objectos de Navegação</caption>
<tr>
<td>Tecla</td>
<td>Descrição</td>
</tr>
<tr>
<td>NVDA + NumPad8</td>
<td>Desde o elemento actual, vai para o seu ascendente (pai em inglês)</td>
</tr>
<tr>
<td>NVDA + NumPad4</td>
<td>Vai para o objecto anterior do mesmo nível (irmão em inglês)</td>
</tr>
<tr>
<td>NVDA + NumPad6</td>
<td>Vai para o objecto seguinte do mesmo nível (irmão em inglês)</td>
</tr>
<tr>
<td>NVDA + NumPad2</td>
<td>Move para o primeiro objecto descendente (filho em inglês) ao actual</td>
</tr>
</table>
<p>Objectos do mesmo nível referem-se a objectos que tenham um ascendente (pai em inglês) comum, tal como em simples relações familiares.<br />
Ao navegar pela sua página desta forma, pode ouvir cada lista, div (apresentadas como secções), todos os formulários e respectivos campos descendentes, etc., e pode compreender como o seu código afecta o fornecimento de acessibilidade da programação de interfaces.<br />
Para mais informações sobre o objecto de navegação, veja o Guia de Referência de Teclas de Atalho e também no Guia do Utilizador do NVDA, sendo ambos instalados no seu sistema quando procedeu à instalação deste leitor de ecrã. </p>
<h3>Em Conclusão</h3>
<p>Este artigo não pretende substituir o manual do NVDA. Espera-se que este texto seja útil para os programadores Web que pretendem ter mais uma ferramenta para melhorarem o seu espaço de trabalho do dia-a-dia, através de testes à interacção humana com os seus sites.<br />
Dito isto, o feedback é, naturalmente, muito bem-vindo! Pode encontrar informações sobre como entrar em contacto comigo através do link &#8220;Acerca&#8221;.</p>
<p>Fonte: http://www.marcozehe.de/articles/how-to-use-nvda-and-firefox-to-test-your-web-pages-for-accessibility/</p>
]]></content:encoded>
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	</channel>
</rss>

