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	<title>megaTTS &#187; opinião</title>
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	<description>Quando o seu computador fala.</description>
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		<title>Falsos Rumores da Cópia/Inclusão do NVDA no Windows 8</title>
		<link>http://www.megatts.com/2012/01/27/falsos-rumores-da-copiainclusao-do-nvda-no-windows-8/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Têm surgido, de forma pouco clara mas insistente, alguns rumores de que o &#8220;leitor de ecrã&#8221; Narrator da Microsoft presente no Windows 8 é o NVDA ou uma máscara por cima deste. Estes rumores são falsos. Factos: o narrator no Windows 8 teve algumas melhorias, como é possível verificar em artigos e vídeos de demonstração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Têm surgido, de forma pouco clara mas insistente, alguns rumores de que o <a href="http://windows.microsoft.com/en-US/windows7/Hear-text-read-aloud-with-Narrator">&#8220;leitor de ecrã&#8221; Narrator</a> da Microsoft presente no Windows 8 é o <a href="http://www.nvda-project.org">NVDA</a> ou uma máscara por cima deste. Estes rumores são falsos.</p>
<p>Factos: o narrator no Windows 8 teve algumas melhorias, como é possível verificar em artigos e vídeos de demonstração das versões de teste deste sistema. Mas nada disso significa que se trata do NVDA. Qe tenham usado algumas ideias é possível (os maus programadores copiam, os bons roubam ideias) mas nenhuma evidência existe. Aliás artigos que falam do narrator do Windows 8, e do suporte aos leitores de ecrã a este sistema, referem o NVDA e nenhuma relação de equivalência é abordada. Por exemplo <a href="http://open.salon.com/blog/the_weird_writer/2011/06/22">este artigo sobre o suporte a leitores de ecrã no Windows 8</a> que recomendo. Uma consulta à <a href="http://www.gnu.org/licenses/licenses.html#GPL">Licença GPL que cobre o NVDA</a> poderá igualmente elucidar algumas mentes sobre estas inclusões e apropriações do NVDA &#8212; que deverá ser sempre tendencialmente gratuito para o utilizador final, apesar de algumas tentações. A nível técnico até se constou a presença dum DLL do NVDA escrito em <a href="http://www.python.org">Python</a>. Quem conhece Python e o NVDA sabe que escrever DLLs em Python é no mínimo estranho (apesar de possível, indirectamente) e que os únicos DLLs que o NVDA contem são escritos em C/C++ e noutras linguagens compiladas. Incluindo o interpretador do próprio Python para, esse sim, *executar* o código Python do NVDA. Não foi muito claro? Pois não, nada desta história é&#8230;</p>
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		<title>MyWay &#8211; Aplicação de GPS para IOS desenvolvida por Federação de Cegos</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:55:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas aplicações de GPS existem para o Iphone e dispositivos afins da Apple. Umas mais acessíveis outras menos, umas mais úteis outras menos úteis. O MyWay é mais uma destas aplicações, desenvolvida com os cegos em mente, a par de aplicações como o Ariadne GPS. O MyWay permite que o utilizador defina uma rota com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas aplicações de GPS existem para o Iphone e dispositivos afins da Apple. Umas mais acessíveis outras menos, umas mais úteis outras menos úteis. O <a href="http://www.applevis.com/blog/swiss-federation-blind-launches-myway-gps-orientation-aid-ios">MyWay</a> é mais uma destas aplicações, desenvolvida com os cegos em mente, a par de aplicações como o <a href="http://www.ariadnegps.eu/">Ariadne GPS</a>.</p>
<p>O MyWay permite que o utilizador defina uma rota com vários pontos de passagem, seja passando directamente no ponto e marcando a posição ou usando uma morada de um contacto. Ao definir o programa para navegar uma dada rota este indica-lhe, a par de outras soluções já existentes mas de forma um pouco mais acessível, a distância e direcção para o próximo ponto da rota. Nada de muito diferente ou inovador portanto.</p>
<p>O programa existe em duas versões: uma gratuita, com as características que resumidamente descrevi, e uma paga (€15.99) que permite a troca de rotas e pontos de interesse no formato <a hrer="http://www.openstreetmap.org/">Open Street Map</a>. Estes pontos de interesse podem igualmente ser adicionados a uma rota e existe informação com os mesmos para várias cidades, disponível de forma gratuita na Internet. Terei, no entanto, de investigar esta característica para verificar se é realmente uma mais-valia, tendo em conta o custo da versão paga.</p>
<p>Mas o detalhe interessante sobre o MyWay é que esta aplicação de uso global é desenvolvida pela <a href="http://www.sbv-fsa.ch/de">federação dos cegos suíços</a>&#8230; o que me parece um grande exemplo do que este tipo de associações pode fazer para se adaptar aos novos tempos. Fica aqui a sugestão a <a href="http://www.acapo.pt/">quem de direito (Acapo)</a>. Enquadrar-se-ia por certo na missão da UET (alguém tem um site?)&#8230;</p>
<p>Se está a ler este artigo num dispositivo como um Iphone pode <a href="http://itunes.apple.com/us/app/myway-lite/id494516234?mt=8">Instalar o MyWay Lite</a> (gratuito).</p>
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		<title>Liane TTS: Apenas mais um sintetizador de Vóz</title>
		<link>http://www.megatts.com/2011/10/02/liane-tts-apenas-mais-um-sintetizador-de-voz/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 00:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[O LianeTTS é um sintetizador de voz, para o português do Brasil, desenvolvido pelas instituições Brasileiras Serpro e UFRJ. Este programa, software livre sob a licença GPL V3 (indicada apenas nos ficheiros do código fonte), tem a única função de transformar texto &#8211; conjuntos de caracteres que forma palavras que, por sua vez forma frases [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.serpro.gov.br/servicos/downloads/lianetts/">LianeTTS</a> é um sintetizador de voz, para o português do Brasil, desenvolvido pelas instituições Brasileiras <a href="http://www.serpro.gov.br/">Serpro</a> e <a href="http://www.ufrj.br/">UFRJ</a>. Este programa, software livre sob a licença GPL V3 (indicada apenas nos ficheiros do código fonte), tem a única função de transformar texto &#8211; conjuntos de caracteres que forma palavras que, por sua vez forma frases &#8211; em saída sonora de voz sintetizada. Este é o <Strong>Liane TTS</strong>, mais um sintetizador de voz para português do Brasil. Aliás <strong>TTS</strong> significa exactamente <em>Text to Speech</em> &#8211; Texto para fala.</p>
<h4>Mas parece que não é bem assim</h4>
<p>A publicidade que se faz em torno do mesmo omite descaradamente o que é o <strong>Liane TTS</strong>. Atente-se a sua descrição, na <a href="http://www.serpro.gov.br/servicos/downloads/lianetts">Página do Produto</a>:<br />
<span id="more-1056"></span></p>
<blockquote><p>
[..] LianeTTS é uma aplicação software livre, que se comunica com o usuário através de síntese de voz, viabilizando, deste modo, o uso destes computadores por deficientes visuais. [...]
</p></blockquote>
<p>Não, o que viabiliza o uso de computadores pelos deficientes visuais são os leitores de ecrã que até  podem usar sintetizadores de voz para transformar texto em fala, por ventura através do <strong>Liane TTS</strong> ou de alternativas como o <a href="http://espeak.sourceforge.net">Espeak</a>.</p>
<p>Mas os criadores do <strong>Liane TTS</strong> sabem disso, e continuam, na mesma página:</p>
<blockquote><p>
[...] Pode ser acoplado a diversos programas para produzir a síntese de voz, seja através de um uso direto de suas rotinas, ou preferencialmente pelo uso do sistema Speech Dispatcher, que é uma camada de dispositivo independente para a síntese de voz que fornece uma interface de uso comum e fácil para ambas as aplicações clientes (programas que disponibilizam texto para a conversão) e softwares sintetizadores (programas que de fato são capazes de converter texto para fala).[...]
</p></blockquote>
<p>Pois, os &#8220;programas que são capazes de converter texto para fala&#8221;, como o <strong>Liane TTS</strong>. Mas nesta descrição, que diga-se, um leigo não irá por certo entender, não são referidos os reais responsáveis pela inclusão dos cegos. Seja como for o produto é mais ou menos descrito&#8230; Ou pelo menos tentam.</p>
<p>No entanto os pacotes disponibilizados <a href="http://www.serpro.gov.br/servicos/downloads/lianetts">na referida página</a> denominados de <strong>Liane TTS</strong> são na verdade os leitores de ecrã <a href="http://www.nvda-project.org">NVDA</a> (versão do liane TTS para Windows) e <a href="http://live.gnnome.org/Orca">Orca</a> (versão para Linux). Ambos configurados (ou tentativa de tal &#8211; mais adiante explico) para falarem sim através do sintetizador Liane TTS. Nenhum destes softwares, que já existia antes do tal <strong>Liane TTS</strong> para dar inclusão aos cegos, é referido uma única vez na página do produto. Nos manuais são referidos sim, provavelmente porque até a documentação foi copiada ou adaptada, e já agora de documentos antigos.</p>
<p>Para resumir, enfiaram um sintetizador de voz diferente no NVDA e no Orca e chamaram ao novo produto de <strong>Liane TTS</strong> para Windows e Linux, dizendo que resolveria as dificuldades dos cegos ao aceder ao computador. Talvez com a quantidade de leitores de ecrãs falhados que têm surgido, aproveitar os que têm sucesso e dar-lhes outro nome seja uma solução menos propícia a riscos e falhas, quem sabe.</p>
<h4>Mas a desinformação espalha-se</h4>
<p>Se fosse apenas a página do produto, com as suas definições confusas e omissões, o problema não era grande. mas veja-se as notícias bombásticas na imprensa brasileira:</p>
<hr />
<h5>Programa permite que deficientes visuais usem o computador com facilidade<br />
AGêNCIA BRASIL 26/09/2011 21h00 (<a href="http://www.correiodoestado.com.br/noticias/programa-permite-que-deficientes-visuais-usem-o-computador-c_126251/">Link</a>)</h5>
<blockquote><p>
O Serviço Federal de Processamento de Dados ( Serpro) promove amanhã (27) um treinamento nacional para o uso do programa Liane TTS, voltado à inclusão social de deficientes visuais. A ferramenta gratuita é baseada em um programa (software) livre e permite que pessoas cegas ou com elevado grau de deficiência visual possam usar o computador com facilidade. [...]
</p></blockquote>
<h5>Liane TTS: Serpro apresenta leitor de tela oferece acessibilidade a cegos &#8211; BR-Linux (<a href="http://br-linux.org/2011/liane-tts-serpro-apresenta-leitor-de-tela-oferece-acessibilidade-a-cegos/">Link</a>)</h5>
<p><blocquote><br />
O Serpro fez a demonstração técnica do Liane TTS, voltado à inclusão social de portadores de problemas de visão que impossibilitem a interação direta pelo monitor.</p>
<p>    Via info.abril.com.br:</p>
<p>    De acordo com o Serpro, o Liane TTS levou cerca de três anos para ser desenvolvido e é resultado de uma parceria entre o Serviço de Tecnologia de Dados e o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ). A ferramenta é uma aplicação de software livre que funciona como um sintetizador de voz na língua portuguesa falada no Brasil. O programa transforma o texto em áudio.</p>
<p>    O programa pode ser baixado gratuitamente no Portal do Serpro na internet, nas versões dos sistemas operacionais Windows e Linux.
</p></blockquote>
<p><em>Nos comentários a este artigo já existem utilizadores indignados com a situação, e com toda a razão.</em></p>
<hr/>
E temos muitos artigos mais nestes termos. A <a href="http://www.google.com/search?client=ubuntu&#038;channel=fs&#038;q=liane+TTS&#038;ie=utf-8&#038;oe=utf-8">pesquiza no google sobre Liane TTS</a> fornece toda a <em>_desinformação_</em> que anda a circular. O produto chega a ser descrito correcta e incorrectamente no mesmo artigo o que possivelmente se deve ao mesmo não ser correctamente descrito logo de origem. Mais, nem o Orca nem o NVDA são mencionados, mais uma vez.</p>
<p>Para piorar a situação, até ver, nenhuma das entidades associadas ao Liane TTS teve algum contributo no desenvolvimento seja do NVDa ou do Orca. Sendo eu colaborador em ambos os projectos estou em posição de o afirmar com alguma convicção. Pedindo esclarecimentos a quem os poderia dar, até agora obtive um expressivo silêncio.</p>
<p>Das duas uma: ou se trata de muita falta de ética ou de pura e simples ignorância e incompetência. Se não for nenhuma das duas por favor digam-me que com prazer retiro esta afirmação. Ou então corrijam o problema. O facto de ser Software Livre não implica que se aceite apropriação sumária dos direitos da autoria dos programas e das suas funcionalidades, mudando  apenas um nome.</p>
<h4>E agora algumas Considerações mais Técnicas</h4>
<p>O NVDA distribuído com o Liane TTS é o 2011.1, desactualizado. Um utilizador comum não conseguirá actualizar o NVDA substituindo os drivers e fazendo as alterações necessárias. Para além de ser pouco compreensível é mau para o utilizador, que não poderá ter todas as funcionalidades do NVDA. Solução: fazer um instalador para o sintetizador que encontre a versão do NVDA instalada no sistema ou definida pelo utilizador. Complementando, criar interface <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Microsoft_Speech_API">SAPI</a> também seria valorizada pelos utilizadores, que até poderiam utilizar o sintetizador com vários outros programas.</p>
<p>O pacote para Linux é, no mínimo, de questionar. Distribuem as dependências em pacotes <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Deb_(file_format)">.deb</a>, versões antigas (de 2010, I.G. orca 2.30.2) que estão, diga-se de passagem, inclusas pelo menos no Debian e no Ubuntu. E mais actualizadas! Apenas o código do próprio <strong>Liane TTS</strong> é que vem em .tar.gz, e esse é que seria útil um pacote!!! No pacote .tar.gz encontramos um <em>Makefile</em> que, na mesma regra, faz tudo: compila, copia os binários e sabe-se lá o que mais para locais pré-definidos, e até tenta instalar mais uma dependência (mbrola) via apt-get&#8230; Isto não é passível de ser distribuído ao público, não tem qualidade mínima, em minha opinião. Nem todas as distribuições são baseadas em Debian, utilizam apt-get ou colocam certos tipos de ficheiros nas pastas lá definidas, sem hipótese de configuração, além da alteração do próprio Makefile. Só consegui Pôr o sintetizador a funcionar alterando o Makefile. Ou se faça pacotes para tudo ou se faça um sistema de build decente (make, autotools&#8230;) e se deixe o packaging para as distribuições.</p>
<p>Recomendo, a quem de direito e dever:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.google.com/search?client=ubuntu&#038;channel=fs&#038;q=Makefile+tutorial&#038;ie=utf-8&#038;oe=utf-8">Pesquiza no google sobre <em>Makefile Tutorial</em></a></li>
<li><a href="http://www.lrde.epita.fr/~adl/autotools.html">Autotools Tutorial</a></li>
<li><a href="https://wiki.ubuntu.com/PackagingGuide">Packaging guide &#8211; Ubuntu Wiki</a> (e alguma coisa sobre RPM e outros modos de empacotamento também)</li>
<li><a href="http://launchpad.net">Launchpad</a> para ter um canal de software para o ubuntu (e similares)</li>
</ul>
<p>E mais haveria a dizer&#8230; Muito mais.</p>
<h4>Considerações Finais</h4>
<p>Não tenho nada contra o Serpro, a UFRJ, ou qualquer outra entidade que faça alguma coisa pelos cegos, muito antes pelo contrário. Agora publicitar este sintetizador como uma revolução extraordinária não é nada justo. Até poderia ser se fosse muito superior ao <a href="http://espeak.soruceforge.net">Espeak</a> que é utilizado normalmente no Orca e no NVDA, mas não é assim. Em minha opinião até é pior&#8230; Mas isto são gostos.</p>
<p>Não sou cidadão brasileiro, como tal não me vou pronunciar sobre a boa ou má aplicação de dinheiros públicos brasileiros nestes projectos, da forma como são feitos. É algo que deixo a quem de adquirido direito democrático nesse país fazer. Porém não ficaria com a consciência tranquila se não fizesse algo para esclarecer o que na minha opinião se passa: usar os leitores de ecrã <a href="http://live.gnome.org/Orca">Orca</a> e <a href="http://www.nvda-project.org">NVDA</a> como meio de promover um sintetizador de voz que é exclusivamente isso, e que de outra forma não poderia ser utilizado. Isto tudo sem dar pelo menos o crédito devido a estas duis produtos. Porque no fundo estes pacotes do <strong>Liane TTS</strong> são mais Orca e NVDA que Liane TTS. E isto deixa-me profundamente indignado.</p>
<p>Ao caro leitor, se tiver algo a acrescentar ou a contrapor, faça o favor de comentar, a discussão de ideias e sempre bem-vinda, mas neste artigo é ainda mais necessária. Que esta situação se esclareça.</p>
<hr/>
<strong>Actualização</strong>:<br />
Confirmei que a licença do programa é realmente GPL versão 3, está essa informação no início dos ficheiros de código do Liane TTS, pacote para Linux.</p>
<p><strong>Actualização (2)</strong>: A informação oficial (pelo menos aquela que foi fornecida por alguem do Serpro) está <a href="http://www.serpro.gov.br/noticiasSERPRO/2011/setembro/serpro-realiza-treinamento-nacional-de-software-para-cegos">Nesta página</a>. Não vou tirar mais conclusões porque são óbvias&#8230;</p>
<p><strong>Actualização (3)</strong>: a resposta da comunicação social do Serpro está <a href="http://www.megatts.com/2011/10/02/liane-tts-apenas-mais-um-sintetizador-de-voz/comment-page-1/#comment-2234">nos comentários</a>.</p>
<p><strong>Actualização (4):</strong> A posição do Prof. António Borges, desenvolvedor do Liane TTS, pode ser encontrada <a href="http://groups.google.com/group/voxtec-ufrj/browse_thread/thread/3d135fe6351d4527#">aqui</a>.</p>
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		<title>Em Busca dum Smart Phone Acessível</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 22:25:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cada vez mais os Smart Phones são importantes. Para os cegos, para além do computador, podem ser um veículo muito eficaz na inclusão, por exemplo recorrendo a aplicações de orientação GPS ou OCR, mas também a aplicações de uso comum como browsers, redes sociais, jogos&#8230; tudo em qualquer lugar. Existem algumas plataformas móveis (dispositivos / [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais os <em>Smart Phones</em> são importantes. Para os cegos, para além do computador, podem ser um veículo muito eficaz na inclusão, por exemplo recorrendo a aplicações de orientação GPS ou OCR, mas também a aplicações de uso comum como browsers, redes sociais, jogos&#8230; tudo em qualquer lugar. </p>
<p>Existem algumas plataformas móveis (dispositivos / sistemas operativos) que podem ser tornados mais ou menos acessíveis aos cegos. Seguem-se as minhas opiniões sobre algumas &#8211; Symbian, Windows Mobile, BlackBerry, Android e IOS &#8211; e as razões pelas quais optei pela escolha do Smart Phone que adquiri a pouco temppo.<br />
<span id="more-1043"></span></p>
<h4>Symbian s60</h4>
<p>A plataforma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Symbian">Symbian</a> é provavelmente a plataforma móvel que teve acessibilidade real em primeiro lugar. A maioria dos telefones Nokia (e alguns de outros fabricantes) a correr Symbian s60 permitiam a instalação de leitores de ecrã como o <a href="http://www.nuance.com/for-individuals/by-solution/talks-zooms/index.htm">Talks&#038;Zooms</a> e o <a href="http://www.codefactory.es/en/products.asp?id=316">Mobile Speak</a>. Em particular o Talks&#038;Zooms, ou talks, foi adoptado por muitas pessoas, por esse mundo fora. Não seria nenhum exagero afirmar que é o leitor de ecrã mais utilizado em telemóveis. Porém, tanto o Talks como o Mobile Speak são pagos, e bem pagos. Sendo eu um utilizador de leitores de ecrã livres como o <a href="http://live.gnome.org/Orca">Orca</a> ou o <a href="http://www.nvda-project.org">NVDA</a>, esta situação não me agrada nada. E não tem mesmo que agradar porque, felizmente, cada vez mais produtos já trazem algum tipo de leitor de ecrã embutido, e é o que tem de ser. Por exemplo várias distribuições Linux e o Mac OSX. E mais, que veremos adiante.</p>
<p>Por outro lado a plataforma Symbian está em decadência. A Nokia anunciou a utilização de Windows Mobile 7 nos seus dispositivos e relegou o symbian para segundo plano, quem sabe se não mesmo para o plano do fundo do mar. A quantidade de aplicações e ferramentas disponíveis e menor do que para plataformas mais recentes como o IOS e o Android, e no futuro só tende a piorar. Além disto a acessibilidade a funcionalidades extra sistema original e, por vezes, duvidosa. Algumas aplicações funcionam, outras não, a navegação na Internet com o Talks não é propriamente a mais desejável, e a compatibilidade com touchscreens existe mas não me agradou lá muito. Por fim, no campo da orientação GPS,  consta que o <a href="http://mywayfinder.com/manual/access/en/main.html">WayFinder Access</a> foi descontinuado, e o <a href="http://www.ataraxia.pt/mobilegeo.php">Mobile Geo</a>&#8230; Não faço ideia se é bom ou mau, mas é caro!</p>
<p>Ainda assim a plataforma Symbian ainda é um dos competidores no que respeita à acessibilidade e, se o seu objectivo é fazer chamadas e enviar mensagens, e tem algum leitor de ecrã para esta plataforma, é sem dúvida uma solução a considerar. O meu Nokia 6630 continua vivo e de boa saúde, ou pelo menos sem muitas maleitas.</p>
<h4>Windows Mobile</h4>
<p>Desde já digo que não me agrada nada por ser Windows, já basta quando não há outra solução. Ainda assim vejamos. A Code Factory tem versão do Mobile Speak para esta plataforma (não sei se para o Windows Mobile 7). Porém, opiniões de utilizadores nos quais tenho bastante consideração e respeito são muito desagradáveis. Tem bugs, os dispositivos ficam lentos, quase impossíveis de utilizar. Além disso é pago. Bem pago, para não variar.</p>
<p>A dolphin tinha o Pocket Hal. Não encontro nenhum link, terá sido descontinuado? </p>
<p>Seja como for, <a href="http://www.microsoft.com/portugal/windowsmobile/">Windows Mobile</a>&#8230; não! E desculpem pela intransigência.</p>
<h4>BlackBerry</h4>
<p>Consta que existe o leitor de ecrã <a href="http://www.humanware.com/en-usa/products/blindness/oratio_for_blackberry_smartphones/_details/id_131/oratio_for_blackberry_smartphones.html">Oratio</a>. Nunca testei. Os dispositivos <a href="http://us.blackberry.com/">BlackBerry</a> têm um aspecto engraçado, teclado qwerty, mas pagar $449 por um leitor de ecrã que só Deus sabe se e como funciona, mais o telefonezinho que também não é baratinho&#8230; Not for me. Se, por mero acaso, alguém souber de pormenores sobre este leitor de ecrã, sinta-se à vontade de partilhar. Quem sabe&#8230; Mas à data da escrita não encontro nada sobre tradução para português.</p>
<h4>Android</h4>
<p>O <a href="http://www.android.com/">Android</a> poderia ser a solução para todos os males mas infelizmente&#8230; não é. Existe sim alguma acessibilidade aos dispositivos a correr android, dependendo, da versão do sistema e das características do próprio dispositivo. O projecto <a href="http://code.google.com/p/eyes-free/">Eyes-Free</a> desenvolveu várias aplicações de acessibilidade como o leitor de ecrã TalkBack, a shell eyes-free-shell, o SoundBack, entre outras, todas livres e incluídas na maioria dos dispositivos. Existe também o leitor de ecrã <a href="http://spielproject.info/">Spiel</a>, também livre e desenvolvido por um programador independente, que segundo algumas opiniões, é melhor que o do Google. Mas a acessibilidade a ecrãs táteis, apesar de ter sofrido pequenas evoluções, é pouco eficaz, para não dizer uma brincadeira. Apenas com aplicações específicas para cegos como o próprio Eyes-Free-Shell ou <a href="http://www.codefactory.es/en/products.asp?id=415">as aplicações Acessíveis da Code Factory</a> as coisas podem melhorar um pouco, a troco de alguns euros. E há quem use Android, mas não terá acessibilidade em tantas aplicações como desejaria. E há muitas! A plataforma é muito aberta, fácil de desenvolver e as políticas são muito menos restritivas do que as da concorrência.</p>
<p>O problema é que em termos de acessibilidade o sistema operativo tem problemas. Os leitores de ecrã existentes fazem o possível mas o próprio sistema não deixa mais. As <a href="http://developer.android.com/guide/practices/design/accessibility.html">Apis de acessibilidade do Android</a> não suportam navegação por objectos no ecrã, apenas reparam em objectos aos quais existe ou existiu algum tipo de interacção, por exemplo terem o foco. Até o MSAA, nos anos 90, suportava tal coisa como navegação pela hierarquia de objectos! Mais, não existe a possibilidade de interceptar input globalmente, o que torna a interface dum leitor de ecrã difícil de desenhar. Para complicar, as interfaces que alguns fabricantes colocam &#8220;por cima&#8221; do Android não têm, na maioria das vezes, nenhum cuidado com a acessibilidade. Assim é complicado fazer-se um leitor de ecrã, para não dizer impossível.</p>
<p>O Android seria a minha plataforma de eleição, se não fosse a acessibilidade. Tem tudo o que eu peço e ainda mais. Além disso conheço minimamente as tecnologias onde a plataforma é baseada o que me permitiria desenvolver aplicações para estes dispositivos, com menos esforço do que para outras plataformas. Para terminar existem vários fabricantes de dispositivos com Android, a escolha poderia igualmente passar pelo hardware, se o mundo fosse perfeito. Mas não é.</p>
<p>Esperemos que num próximo artigo como este as coisas sejam diferentes.</p>
<h4>IOS</h4>
<p>Talvez <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/IOS_(Apple)">IOS</a> não faça luz na mente de todos, mas se disser que é o sistema operativo utilizado nos produtos da Apple como o Ipod, Ipad e, a razão principal, do <a href="http://www.apple.com/br/iphone/">IPhone</a>. E é do IPhone que falaremos.</p>
<p>O IPhone é caro, nem todas as carteiras lá chegam. A noção de interoperabilidade da Apple é no mínimo dúbia: a obrigatoriedade de se usar o ITunes, mesmo para transferir apenas músicas, é enervante. A crónica necessidade que eles têm de nos tentar vender tudo, mesmo que seja para podermos programar para a plataforma. E se queremos ganhar algo com programas para o IPhone só passando pela Apple, e eles também ganham só por lá passar. O lado positivo é que com o vasto público alvo também pode ser uma boa oportunidade.</p>
<p>Com tudo, nem tudo é mau. Aliás, até é bom, realmente bom. O Iphone, a partir do 3GS, inclui o leitor de ecrã <a href="http://www.apple.com/accessibility/voiceover/">VoiceOver</a>. Mesmo sendo um telefone com apenas um ecrã tátil, a interacção e a mais acessível que encontrei numa plataforma móvel. É o tipo de coisa que só experimentando. Os comandos do leitor de ecrã e de interacção com as aplicações fazem-se todos pelo toque e com feedback sonoro e de voz. E simplesmente funciona. A grande maioria das aplicações ssão acessíveis, tanto as do sistema como as que se podem descarregar ou adquirir na appstore. além disso os preços das aplicações são justos. Não é perfeito claro, tem as suas falhas, algumas aplicações poderiam ser mais acessíveis (muitas vezes por culpa dos próprios desenvolvedores), e o leitor de ecrã consome alguma bateria extra. Escrever no ecrã tátil também não é lá daquelas coisas que me agrade particularmente mas com o hábito parece-me funcionar.</p>
<p>Em conclusão, tirando a parte do preço e do &#8220;do it the apple way or don&#8217;t do it&#8221;, o IPhone é um óptimo produto na perspectiva da inclusão. Mais nenhuma fortuna por um leitor de ecrã para o telefone que, de outra forma, não se poderia utilizar. Mesmo aplicações externas de acessibilidade (detectores de cores, OCR, GPS adaptado) têm preços justos, em minha opinião.</p>
<p>Foi o telefone que adquiri, um IPhone 4. E estou bastante contente com ele. para mim, pareceu-me a melhor solução. E felizmente tive possibilidade de o adquirir. Mais artigos sobre o IPhone nos próximos tempos então.</p>
<h4>Notas Finais</h4>
<p>Por ter sido esta a solução que mais me satisfez não significa que o IPhone seja solução para todos os problemas. O facto é que, pelo menos em acessibilidade, e um óptimo produto. Experimente, julgue, pergunte. O tempo encarregar-se-á de trazer mais produtos com acessibilidade, e de mudar tudo o que para hoje é certo.</p>
<p>O <a href="http://jantrid.net">Blog do James Teh</a>, programador do leitor de ecrã NVDA, tem alguns artigos que pesaram na minha escolha. Recomendo a leitura.</p>
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		<title>Download do Crack do JAWS</title>
		<link>http://www.megatts.com/2011/07/30/download-do-crack-do-jaws/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 16:37:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nota: o que se segue é uma opinião pessoal. Apesar do título enganador, não será neste artigo que disponibilizaremos no megaTTS o download do crack, remédio, vacina, remendo, ou tratamento similar para o jaws 7.10, jaws 9.0, jaws 10, jaws 11, jaws 12, qualquer versão do JAWS por lançar, ou correcções para o mal fadado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nota: o que se segue é uma opinião pessoal.</strong></p>
<p>Apesar do título enganador, não será neste artigo que disponibilizaremos no megaTTS o <strong>download do crack, remédio, vacina, remendo, ou tratamento similar para o jaws 7.10, jaws 9.0, jaws 10, jaws 11, jaws 12, qualquer versão do JAWS por lançar, ou correcções para o mal fadado JAWS for Windows de 64 bits funcionar sem as devidas e custosas licenças no Windows 7</strong>. Este primeiro parágrafo é, única exclusivamente, uma forma de atrair ainda mais este tipo de pesquisas para o megaTTS, coisa que sem ele o Google já faz bastante bem. Mas queremos sempre melhor, Sr. Google.</p>
<p>Caro visitante, reitero, aqui não vai encontrar o crack do JAWS, JAWS for Windows, ou JFW. Talvez se existisse e o disponibilizasse não me acontecesse rigorosamente nada, como nunca acontece visto que existe uma tolerância benévola (e diga-se, bastante compreensível) por estas situações. Aqui trata-se duma questão de princípios. Há alternativas livres e de qualidade comparável (repare que o adjectivo comparável aqui não significa pior, significa comparável), como o <a href="http://www.nvda-project.org">NVDA</a>, totalmente em português e gratuito para qualquer uso, sem precisar de crack, remédio, remendo ou vacina. Não vou dissertar sobre as idiossincrasias das licenças de software, nem a falta de ajudas técnicas, nem os custos ridículos do JAWS;  hoje em dia há, em 99% dos casos, alternativas.</p>
<p>Para concluir, se ainda assim continua à procura de cracks para o JAWS, ou qualquer outro programa, está no sitio errado. As minhas desculpas aos leitores habituais do megaTTS que não chegam aqui via pesquisas sobre cracks.</p>
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		<title>Dolphin Guide &#8211; Há ou Não Há Inclusão?</title>
		<link>http://www.megatts.com/2011/04/11/dolphin-guide-ha-ou-nao-ha-inclusao/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 00:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>diogo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje dei-me ao trabalho de instalar o Dolphin Guide. Desiludi-me bastante porque acho o programa um verdadeiro atentado à inclusão das pessoas cegas e com baixa visão. Antes de o instalar pensei que era uma espécie de programa que iria ajudar as pessoas a trabalhar no windows. Estava à espera de carregar na tecla Windows [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje dei-me ao trabalho de instalar o Dolphin Guide. Desiludi-me bastante porque acho o programa um verdadeiro atentado à inclusão das pessoas cegas e com baixa visão. <img src='http://www.megatts.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /><br />
Antes de o instalar pensei que era uma espécie de programa que iria ajudar as pessoas a trabalhar no windows. Estava à espera de carregar na tecla Windows e de ouvir o software dizer: &#8220;Menu Iniciar. Área de edição em branco. Este é o menu principal do sistema. Pode aceder aos programas instalados, desligar o computador e muito mais&#8221;. Por aí fora. O programa ia dizendo e descrevendo o que estava a acontecer. Enganei-me redondamente&#8230;<br />
Instalei o Dolphin Guide e a instalação foi bastante lenta. A mesma foi feita automaticamente e reiniciou o computador sem questionar no final. Após iniciar lá corri o programa. Imaginem aquelas linhas de atendimento automáticas das operadoras de telecomunicações:<br />
Pressione 1 para escrever cartas e documentos;<br />
Prima 2 para visitar páginas da internet e ler e-mails;<br />
Pressione 3 para configurar o programa;<br />
&#8230;<br />
A interface do programa é bastante fechada. Basicamente, a Dolphin está a comercializar uma espécie de sistema operativo nada inclusivo que funciona dentro do windows mas não deixa interagirmos com o sistema da Microsoft.<br />
O que dizer disto? Estava à espera de muito mais da Dolphin. Não quero ser muito duro nas minhas palavras, portanto, vou ficar-me por aqui. Só espero é que a representante portuguesa não perca tempo a traduzir este software. Se o fizer, contará claramente com o meu protesto. <img src='http://www.megatts.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  <img src='http://www.megatts.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  <img src='http://www.megatts.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  <img src='http://www.megatts.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Jaws 12.0.413 beta disponível!</title>
		<link>http://www.megatts.com/2010/09/03/jaws-12-0-413-beta-disponivel/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 13:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elton Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já se encontra disponível para download na página da Freedom Scientific desde o dia de ontem, 2 de Setembro de 2010, a versão beta pública do leitor de ecrã Jaws For Windows, que traz algumas correcções para o Adobe Reader e o Adobe Flex, Firefox, Internet Explorer, Microsoft Excel, Microsoft Outlook, Microsoft PowerPoint, Microsoft Word, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já se encontra disponível para download na página da <a href="http://www.freedomscientific.com/">Freedom Scientific</a> desde o dia de ontem, 2 de Setembro de 2010, a versão beta pública do leitor de ecrã Jaws For Windows, que traz algumas correcções para o Adobe Reader e o Adobe Flex, Firefox, Internet Explorer, Microsoft Excel, Microsoft Outlook, Microsoft PowerPoint, Microsoft Word, Winamp, Windows 7, Windows Live Mail, Windows Media Player, entre outros.<br />
Seguem-se algumas das novidades desta versão:</p>
<ul>
<li>Esta versão beta do Jaws trabalha, à semelhança da última actualização para o Jaws 11, com dois monitores configurados num computador, tal como foi anunciado <a href="http://www.megatts.com/2010/08/13/jaws-11-0-1467-disponivel/">aqui no megaTTS;</a>
<li>Agora, é possível configurar as actualizações automáticas. Antes, teria de as fazer manualmente;<span id="more-835"></span>
<li>Em relação ao Internet Explorer, é possível configurar o Jaws para que substitua a palavra &#8220;link&#8221; por algum som, durante a opção de ler tudo;
<li>O Gestor de Configurações (ou Configuration manager), foi actualizado para o Centro de Definições (ou Settings Center), e possui um campo de edição que permite procurar a opção que pretendemos configurar, entre outras alterações significativas;
<li>Para o Office 2007 ou 2010, o Jaws tem agora o Virtual Ribbon Menu, que é uma funcionalidade que lista todos os botões e controlos, para que possamos navegar neles com as setas acima/baixo, como nos menus tradicionais do Office 2003;
<li>É possível criar-se marcas em documentos do Microsoft Word. Para definir ou para saltar para a marca, pressione Control+Windows+K. Apenas pode definir uma marca por documento. Pressione Windows+K para regressar à localização marcada;
<li>O Text Analyzer, é uma funcionalidade que avisa quando há inconsistências num documento, durante a sua edição. Esta característica do Jaws informa se faltam parênteses, alguma formatação acidental, se colocou demasiados espaços em branco, etc.. Por predefinição, esta opção está desactivada. Para a activar, tem várias opções:
<ul>
<li>Pressionar o comando Insert+Espaço, e depois carregar na letra t para o activar ou desactivar;
<li>Abra o Centro de Definições com Insert+F2, pressione control+e e procure por Text Analyzer, e pressione a barra de espaços para seleccionar uma notificação de alerta;
<li>Utilize o Adjust JAWS Options que se abre com Insert+V, seleccione o Text Analyzer, e pressione espaço para seleccionar o nível do alerta.
</ul>
</ul>
<p>Para consultar todas as novidades, veja a <a href="http://www.freedomscientific.com/downloads/jaws/JAWS-public-beta.asp#Features">Página com as novidades do Jaws 12 Public Beta</a> em Inglês, ou então ouça o <a href="http://podcast.freedomscientific.com/FSCast/episodes/fscast045-august2010.mp3">Podcast 45</a> do mês de Agosto, onde Jonathan Mosen e Eric Damery revelaram muitas das novidades do Jaws 12. Este podcast também se encontra em Inglês.</p>
<p>Agora, fica uma questão no ar, ou talvez mais uma sem resposta:<br />
Com tantas versões e/ou actualizações que já foram lançadas do Jaws pela Freedom Scientific, com tantas novidades, independentemente de serem úteis ou inúteis, como não se lembram ou não trabalham na questão do volume do sintetizador, que tanto jeito pode dar a estudantes, por exemplo?<br />
Sei que o leitor de ecrã <a href="">NVDA</a> Tem uma filosofia de todo diferente do leitor Jaws for Windows, mas porque é que, este leitor de ecrã com apenas quatro anos de existência já suporta esta funcionalidade tal como podem constatar <a href="http://www.megatts.com/2009/01/20/recomendacoes-sobre-interaccao-com-o-nvda-em-salas-de-aula/">neste muito útil artigo</a> do Diogo, quando o Jaws que já tem mais anos de existência não o faz?<br />
Acrescento que os leitores de ecrã Hal e indow-Eyes já o fazem há muito.</p>
<p>Bom, depois desta pequena reflexão, deixo-vos com o link para download desta versão beta pública do Jaws 12:</p>
<p><a href="ftp://ftp.freedomscientific.com/users/hj/private/WebFiles/JAWS/J12.0.413-32bit.exe">JAWS 12.0.413 32-bit – Setembro 2010 Inglês (91.2 MB)</a><br />
<a href="ftp://ftp.freedomscientific.com/users/hj/private/WebFiles/JAWS/J12.0.413-64bit.exe">JAWS 12.0.413 64-bit – Setembro 2010 Inglês (94.8 MB)</a></p>
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		<item>
		<title>Como ligar automaticamente a uma rede sem fios no Windows 7?</title>
		<link>http://www.megatts.com/2010/03/03/como-ligar-automaticamente-a-uma-rede-sem-fios-no-windows-7/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 09:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elton Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagine que chega a casa, ao trabalho ou à escola, e apetece-lhe ir navegar um pouco à rede sem fios que tem à sua dispozição. Quando abre a janela com a lista de redes disponíveis, pode deparar-se com uma infindável lista de redes sem fios à volta, seja ela de vizinhos e/ou espaços públicos. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine que chega a casa, ao trabalho ou à escola, e apetece-lhe ir navegar um pouco à rede sem fios que tem à sua dispozição. Quando abre a janela com a lista de redes disponíveis, pode deparar-se com uma infindável lista de redes sem fios à volta, seja ela de vizinhos e/ou espaços públicos.<br />
É certo que a opção para guardar e iniciar a ligação automaticamente a uma rede estavam bastante acessíveis, pelo menos no Windows Vista, mas agora, no Windows 7 com um leitor de ecrã encontrar essa bem-dita caixa de verificação parece difícil.</p>
<p>Sabe-se lá porquê, andava eu por aqui a ler um livro distraidamente, quando notei que a minha rede sem fios se desligou porque desactivei acidentalmente o wireless. Quando o activei, apanhei com essa caixa de verificação em cima, e não pude ignorá-la&#8230; Seria um pecado! E eis que aqui estou eu.</p>
<p>Muito bem, com o leitor de ecrã <a href="http://www.nvda-project.org">NVDA</a>, vamos realizar essa tarefa:<span id="more-782"></span></p>
<ol>
<li>Na lista de redes, posicione-se sob a rede sem fios à qual pretende ligar-se.</li>
<li>Pressione uma seta para a direita, e estará posicionado no botão ligar. Se pressionar uma seta para a esquerda, poderá notar que terá uma caixa de verificação: &#8220;Ligar automaticamente&#8221;, que está desmarcada.</li>
<li>Agora, é marcar a caixa de verificação, andar uma vez com a seta para a direita até ao botão ligar, entrar e aproveitar!</li>
</ol>
<p>Nota: O NVDA não anuncia quando a caixa de verificação está marcada ou desmarcada.<br />
Para aceder à lista de redes disponíveis, podemos ir à área de notificação com o comando Windows+B, e localizar o item &#8220;Não ligado estão disponíveis redes sem fios&#8221; e pressionar espaço nesse item para exibir a lista de redes. Outra forma, é pressionar a tecla de aplicações nesse item, e no menu de contexto entrar no item &#8220;Abrir o Centro de Rede e Partilha&#8221;. Na janela que é aberta, ir com tab até ao botão ligar a uma rede, e estaremos precisamente no mesmo ecrã que é aberto com a primeira opção descrita.<br />
É de notar também que o termo &#8220;Não ligado estão disponíveis redes sem fios&#8221; pode variar um pouco. Se, por exemplo, o seu dispositivo wireless estiver desactivado, aparecerá a mensagem &#8220;Não ligado, não estão disponíveis redes sem fios&#8221;, e por aí vai&#8230;<br />
Bom, então, para nos situarmos, estou a referir-me ao item que, por pré-definição está entre o ícone do altifalante, e o ícone com a percentagem da bateria.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>NVDA e Ajudas Técnicas</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 01:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ruibatista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ajudas Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[nvda]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos caros leitores mais atentos às infindáveis complicações das ajudas Técnicas, Tecnologias de apoio ou lá como lhes gostam de chamar agora, sabem se o NVDA ou qualquer outro projecto live ou open source, é recomendado para esse fim em Portugal? Pergunto isto pelo seguinte: dos mais de 1000€ que saem dos cofres de todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos caros leitores mais atentos às infindáveis complicações das <em>ajudas Técnicas</em>, <em>Tecnologias de apoio</em> ou lá como lhes gostam de chamar agora, sabem se o <a href="http://www.nvda-project.org"><span class="caps">NVDA</span></a> ou qualquer outro projecto <em>live ou open source</em>, é recomendado para esse fim em Portugal?</p>
<p>Pergunto isto pelo seguinte: dos mais de 1000€ que saem dos cofres de todos nós por cada leitor de ecrã comercial que é vendido, não seria possível arranjar uns trocos, seja digamos 10% de tal, para financiar projectos como o <span class="caps">NVDA</span>? Diria, numa perspectiva sonhadora mas não utópica, que a médio / longo prazo, seria uma boa redução de custos para todos e um, por certo, um melhor leitor de ecrã para ainda mais.</p>
<p>Não se trataria da primeira vez em que entidades públicas financiariam projectos <em>livrs / open source</em>, um exemplo flagrante está na distribuição linux <a href="http://www.caixamagica.pt">Caixa Mágica</a> que corre nos famosos computadores <em>Magalhães</em>[1]</p>
<p>Voltando ao <em><span class="caps">NVDA</span></em> (outros produtos existem em condições parecidas), poder-se-ia argumentar que não existe suporte oficial a este produto, nenhuma entidade formadora, etc. etc. etc. Pergunto eu, existindo suporte para os leitores de ecrã comerciais, será esse suporte acessível, eficaz, e do agrado a todos os que os possuem? Não se trata de qualquer questão retórica mas sim duma real averiguação.</p>
<p>E por aqui me fico, convidando os caros leitores a opinarem nos comentários, que é para isso que eles aqui estão.</p>
<p class="footnote" id="fn1"><sup>1</sup> A qual, diga-se de passagem, não tem qualquer preocupação com a acessibilidade a pessoas cegas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como configurar o Windows Vista ou 7 com as opções de acessibilidade?</title>
		<link>http://www.megatts.com/2009/11/16/como-configurar-o-windows-vista-ou-7-com-as-opcoes-de-acessibilidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elton Lopes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Windows Vista]]></category>

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		<description><![CDATA[Há relativamente pouco tempo, tive de instalar o Windows 7 no computador de um amigo meu. Realizei os procedimentos normais&#8230; reiniciar o computador com o DVD na unidade de DVD&#8217;s, carregar numa tecla de função para mostrar o boot menu, escolher a unidade de dvd&#8217;s, e esperar que ele carregasse determinados ficheiros. Depois de carregado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há relativamente pouco tempo, tive de instalar o Windows 7 no computador de um amigo meu.<br />
Realizei os procedimentos normais&#8230; reiniciar o computador com o DVD na unidade de DVD&#8217;s, carregar numa tecla de função para mostrar o boot menu, escolher a unidade de dvd&#8217;s, e esperar que ele carregasse determinados ficheiros.</p>
<p>Depois de carregado, foi só clicar em seguinte >, já que o idioma Português de Portugal já estava seleccionado em todas as opções e, depois, clicar em instalar agora. Passado algum tempo, temos de aceitar o contrato de licença e clicar em seguinte >. No ecrã seguinte, tivemos de escolher qual o tipo de instalação pretendido. Como queríamos uma instalação limpa, mas sem ter de formatar a partição, escolhemos o botão personalizado (avançado), e no ecrã seguinte escolhemos a partição onde queríamos instalar o Windows 7.<br />
Neste caso, como foi detectada uma versão anterior do Windows, apareceu uma mensagem a dizer que, os ficheiros e pastas da instalação anterior seríam movidos para a pasta Windows.old, dentro da mesma partição. Depois de clicar em OK, foi só aguardar pela instalação do Windows 7.<br />
Claro que, tudo até aqui, foi feito com um par de olhos, sem querer ferir a susceptibilidade das pessoas normovisuais&#8230;</p>
<p>Após a terceira reinicialização, a minha vida mudou&#8230;<span id="more-758"></span><br />
Ok, fora de brincadeiras, a minha vida não mudou, mas a dependência de uma pessoa normovisual para configurar o 7 deixou de ser algo obrigatório, se eu não estivesse para decorar certos passos como a configuração do nome de utilizador, password, etc.<br />
Então, pedi ao meu amigo para ver se ocorria alguma modificação no ecrã, depois de pressionar o comando Windows+U (para abrir a Facilidade de Acesso) e, para minha surpresa, aparece-me uma janela com, mais ou menos, as seguintes informações:</p>
<p>&#8220;Facilidade de Acesso<br />
Tornar o computador mais fácil de utilizar<br />
Prima a BARRA DE ESPAÇO para seleccionar a opção realçada.<br />
<Ouvir texto no ecrã lido em voz alta (Narrator)><br />
Aumentar os itens no ecrã (Lupa)<br />
Ver mais contraste nas cores (Alto Contraste)<br />
Escrever sem o teclado (Teclado no Ecrã)<br />
Prima os atalhos de teclado uma tecla de cada vez (Teclas<br />
Presas)<br />
Se eu premir repetidamente as teclas, ignorar as pressões<br />
adicionais (Teclas Lentas)<br />
OK Cancelar Aplicar &#8221;</p>
<p>Maravilhoso, não é?<br />
Para além disso, descobri que, quando pressionamos este comando, o foco está no botão cancelar. Para mim que sou cego total, precisava do desgraçado do Narrator&#8230; voz em Inglês, não tão bom quanto o <a href="http://www.nvda-project.org/">NVDA,</a> mas para configurar o Windows dá cá um jeitão! E o que vale, a voz feminina é bem agradável&#8230; Ok, regressando à realidade&#8230;<br />
Como eu ia dizendo, para iniciar o Narrator, pressiona-se uma vez o tab, para ficarmos em cima da caixa de verificação &#8220;Ouvir texto no ecrã lido em voz alta (Narrator)&#8221;, pressionar espaço para marcar, e fazemos shift+tab para passar pelas opções Aplicar, Cancelar e OK. Aí, pressionamos espaço, e prossiga com a instalação sem depender daquela pessoa que não o pode ajudar porque foi às compras&#8230;</p>
<p>Nota:</p>
<ul>
<li>Os passos acima descritos são de total e inteira responsabilidade do utilizador que os executa.</li>
<li>A activação do Narrator no Windows Vista processa-se da mesma forma e nas mesmas circunstâncias.</li>
<li>No caso de DVD&#8217;s modificados por uma marca, não é garantido que o processo funcione.</li>
</ul>
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